Micro Magic Malveiroes

quinta-feira, 7 de maio de 2009

M3 Club Racing para iPhone/Ipod Touch

Boas,

Junto envio os primeiros print-screens da aplicação para o Iphone/iPod para controlo de regatas. É uma app simples para controlar campeonatos de multiplas regatas (definição dos competidores, procedimento de largada - com timer sonoro - , chegadas, tabelas de resultados e publicar na web). Tb se podem acompanhar os campeonatos que vão sendo publicados.
Está quase pronta!

Campeonato Nacional 13/14 Junho em Faro

Caros comparsas,

Aproxima-se uma muy importante prova em que vai estar a "creme de la creme" MicroMagic mundial! Ora bem, para a prova ter todo o seu valor e ter mesmo a nata da nata (ou bagaço do bagaço) vamos ter que lá ir ensinar como se faz (como ficou demonstrado em Coimbra).

As inscrições são em http://www.micromagicportugal.org/forum/viewtopic.php?f=151&t=3441 (se precisarem de ajuda, avisem!)

Um dos maiores atractivos vai ser a presença do Agente Secreto Malveirão Barreto que parece que vai lá ensinar o "novato" Prates a andar. Aguardamos com ansiedade!

Só uma nota: não percebo porque é que na lista de inscritos não está no POR303 a nota (Campeão universal Malveirão)...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Os Malveirões de Batina

Os Malveirões foram a Coimbra e não foi para queimar fitas.
Como cantava a nossa Amália: "Coimbra é uma lição de sonho e tradição" e este verso traduizido para malveirense quer dizer que apesar de alguns sonhos de vitória, a tradição diz que só ganha quem sabe andar e que para os outros o que sobra é uma bela lição.

Pois a reduzida representação da nossa frota (2 modestos velejadores) chumbou à grande neste exame. Á pois é! Estuda aqui, estuda ali, uma ou outra brilhante prova oral, mas a verdade é que faltou tudo às aulas práticas e aqui é que a porca torce o rabo.
Levámos melhor material, sabemos mais sobre afinações, fizemos um curso intensivo de joalharia na montagem do abecedário completo dos rigs, mas a nossa experiência de micro-regatas continua a mesma. Os resultados estão à vista.

Tivemos oportunidade de assistir em directo e ao vivo aquilo que verdadeiramente se chama saber andar: O João passou o dia todo a dizer que a coisa lhe estava a correr mal mas a verdade é que lá foi ele de taça para casa, mais uma vez. O Carlos tem um poder de concentração acima da média, que lhe permite gritar com a frota e ao mesmo tempo papar uns quantos pelo caminho. E mesmo quando fica preso à boia na largada ainda consegue chegar em segundo. Outros casos de destaque também poderiam ser referidos como o do velejador que venceu esta prova afirmando que a vitória não devia ir sempre para os mesmos. Assim é que é José! É dito e feito!

Lições à parte, vamos lá ver então o que é que temos que treinar:
Em primeiro lugar vem a visão.
Quem ouve o nome desta classe, MICRO-MAGIG, não pensa concerteza em magia, mas deve ficar a pensar em coisas pequenas. Pois este não era o caso deste campo de regata. "Protesto ao número..., não se vê, esqueçam lá o protesto". Claro que esta falta de visão telescópica proporcionou a alguns velejadores, que se esqueceram do fair-play em casa, a oportunidade de atacar o resto da frota com tácticas menos próprias.
Em segundo lugar vem a voz.
Sai daí pá, protesto a esse aí da frente, amuras ao que vem aí e cuidado aí ao fundo são expressões vazias de contexto para uma frota de 15 barcos apinhados numa boia, mas se gritarmos alto o suficiente conseguimos produzir uma bela banda sonora para a prova.
Em terceiro lugar a nossa destreza com o rádi-comando.
Acredito que tal como nós, existiram outros que áquela distância também conseguiram ir alguns minutos a comandar outro barco a pensar que era o seu. Esta situação tem alguma piada porque se vamos ao leme de outro barco, ficamos a pensar o que é que o nosso andou a fazer sozinho naquele intervalo (desculpem lá qualquer risco na pintura mas não fui eu, foi o meu barco.)
Em último lugar, temos que ir mais vezes.
A verdade é que a experiência destas andanças que alguns navegadores demonstraram, provou que quem vai à frente, quase não é afectado por estas trocas de amabilidades do pelotão e quem já passou por muitas, sabe como se desenvencilhar no bordo certo.
A excluir dos treinos está a rondagem das boias que já percebemos que é facultativo.
Compreende-se que alguns velejadores perfiram evitar a confusão mas a rondagem da boia é uma perca de tempo e de posições que faz parte deste tipo de competição.

O Rio, a Cidade, a Organização e o Clube Naval de Coimbra, estão cotados na escala Malveirona com distinção.

A Cidade como cenário:

Uma organização do mais alto gabarito:

Velejadores exemplares dos pés-à-cabeça:

Outros menos:

O boeing todo "pimpão" nas andanças dos prós:

O SilverBullet a fazer pose para a foto:

O João Prates ficou a andar muito melhor depois desta conversa:

O SilverBullet taco-a-taco com a elite:

Action Shots da prova:











O Júri a tentar perceber os gatafunhos das tabelas de regata (acho que ficou mais ou menos bem!)

O João desconfia de nós, não sei porquê?

A tabela:


Para a próxima vão os Malveirões em peso.
Têm que criar uma frota C.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O Boeing foi ao Alfaiate

Pois é amiguitos! O Boeing tem umas novas B.
Black Magic Sails? Vam? North?

Não!!!

São mesmo feitas aqui na Velaria do Moinho (Toca do Boeing) onde ensaiamos o último grito das Fat-Head para o micro magic.
Este é um shape exclusivo e não se aceitam encomendas.

Espero que gostem, seguem fotografias de alguns pormenores da construção, todinhas desenhadas no computador para não haver erros e cortadas numa super plotter manual que dá pelo nome de x-acto).
(reparem no tamanho do topo do mastro - Mega!!!)







terça-feira, 28 de abril de 2009

Para quando a próxima???

Para quando a próxima.......

Não podemos perder o ritmo!!!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Malveirões CUP xxxuncensoredxxx

Podem ver mais fotos da prova e fazer downloads para as molduras lá de casa em:


Fotos by Rumble Fish

domingo, 26 de abril de 2009

Primeira prova do Grand Slam Malveirão

Hoje, em condições verdadeiramente extreme (mesmo para lá do razoável para tudo maior que rig Z), realizou-se a primeira prova do Grand Slam Malveirão.


O vencedor incontestável
















Campo de Regata










"The Boeing of View"

Ao contrário do que se costuma dizer, isto hoje era para meninos!!!

Não porque o vento não estivesse realmente potente, mas porque os verdadeiros meninos foram ver o WindGuru e desataram a sacar das máquinas de costura e dos dedais em carbono e desenvolveram verdadeiras obras de resistência à força eolica.
Grandes inovações no reino da velaria foram apresentadas hoje na baía de Cascais: As já comprovadas 747®Sails em tecido XPTO à prova de rugas e vincos, que funcionam bem que se fartam e ainda por cima estão com a componente estética apurada ao mais elevado grau. O mesmo não se poderá dizer de outra grande inovação ao nível do corte, "valuma XL" do grande construtor 171, que apesar da qualidade demonstrada foi traído pelo fornecedor de material que dispensou a cor mais duvidosa que existia no stock.

Com vagalhões a atingir um mastro de altura e vento de 25 nós, os 6 valentes sobreviventes conseguiram a proeza de terminarem 3 longas regatas (ou melhor, quase, pois metade ainda conseguiu ficar pelo caminho...). A melhor ilustração da dureza da prova foi quando a frota demorou 10 minutos para cruzar a linha de LARGADA! O corpo de juizes ainda equacionou a possibilidade de alterar as regras de prova para: "ganha a embarcação que conseguir largar" e "dá-se prémio especial de destreza à embarcação que conseguir virar de bordo à primeira (ou mesmo à 10a) tentativa"

Finalmente a grande revelação são as "chungaSails" do 303, produzidas em 20 minutos com uma tesoura afiada no rig da graupner. A verdade é que o olho treinado deste construtor acertou com a linha no buraco da agulha e deixou o resto da frota "a ver navios". O único apontamento negativo é que em vez do número 303 este velejador apresenta agora o 302 e meio.

Pespontos à parte, a verdade é que a maior parte dos malveirões ficaram-se pela lareira e pelo filme de domingo à tarde (estava realmente muito desagradável na rua).

Como a tabela de classificação indica, as velas à malveirão estão a dar que falar nestes dias de brisa intensa.
O Carlos, o Dourada e o Kako, todos pipis com os seus rigs megasuperpró, foram para casa dar mais um cheirinho nas afinações. (o Kako fez a regata à homem com o rig B, recebeu o C de presente mas deixou em casa para não se amarrotar).

Assinala-se ainda com destaque a presença incomparável do Sr. Manuel que por incrível que pareça teve uma falha no equipamento, a água salgada não perdoa (excesso de trabalho para os malveirões que não abrandam nas encomendas). O Carlos Miranda também foi atacado pelo vírus do Sal que lhe papou uma caixa cheia de servos e receptores e retirou a hipotese de vencer uma das regatas com avanço brutal. Aguardam-se novos desenvolvimentos anti-corrosão no estaleiro do Algarve.

Agradecimentos especiais à Juri de serviço que resistiu heróicamente às temperaturas negativas que se faziam sentir na rajada, ao Dourada que pôs o barco à disposição da comissão de regatas para colocar as boias e ao Rumble Fish (181) que fez uma bela reportagem fotográfica do evento
e incentivou o pessoal (para a próxima dás ao dedal que também vais para a água).

Finalmente assinala-se aqui um case-study de 3 regatas que demoraram uma tarde inteira, com o vento a levar a frota para trás cada vez que tentava largar e com as incontáveis tentativas de rondar a boia da bolina (desta já vai dar?... ainda não! Mais 6 ou 7 bordos e recuperam-se os 20 metros perdidos na refrega.)



A galeria dos que não gostam de lareira:







Frota em acção:




Efeito refrega: